Reclamações sobre vendas virtuais aumentam 64%

Reclamações sobre vendas virtuais aumentam 64%

Tendências e Fragilidades no Comércio Online Além de representarem uma tendência, também evidenciam a permanência de fragilidades e insatisfação na experiência de compra digital dos consumidores. Aumento das Reclamações As queixas relacionadas com o comércio online dispararam 64% desde o início do ano, com um total de 36.950 reclamações. De acordo com o Portal da…



Tendências e Fragilidades no Comércio Online

Além de representarem uma tendência, também evidenciam a permanência de fragilidades e insatisfação na experiência de compra digital dos consumidores.

Aumento das Reclamações

As queixas relacionadas com o comércio online dispararam 64% desde o início do ano, com um total de 36.950 reclamações. De acordo com o Portal da Queixa, o crescimento destas queixas representa uma tendência de expansão do e-commerce em Portugal.

As falhas nas entregas continuam a ser o principal motivo das reclamações, representando 31,32%, seguidas dos atrasos significativos, extravios e entregas nunca realizadas. Já a má qualidade do produto ou serviço corresponde a 17,51% das queixas, e os indícios de burlas online representam 9,63%.

Categorias Problemáticas

A categoria de correio, transportes e logística é a mais problemática deste ano, seguida de compras, moda e joalharia, informática e tecnologia, hotéis, viagens e turismo, gastronomia e bebidas, e casinos e casas de apostas.

Lisboa e Porto são onde se registam os maiores volumes de queixas.

Declarações do Fundador do Portal da Queixa

Pedro Lourenço, fundador do Portal da Queixa, afirma que “o aumento das reclamações no comércio online mostra que o crescimento do digital não pode acontecer sem conhecimento e responsabilidade. É urgente promover medidas de literacia digital em Portugal — não apenas para proteger o consumidor, mas também para fortalecer as marcas e o próprio ecossistema do e-commerce”.

“Investir na literacia digital é investir na confiança — e a confiança é a base de qualquer transação digital. Só com consumidores informados e marcas responsáveis poderemos ter um mercado online verdadeiramente seguro, sustentável e competitivo”, refere.


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