Faleceu Constança Cunha e Sá aos 67 anos. Líderes refletem sobre trajetória "profissional e pessoal" da repórter.

Faleceu Constança Cunha e Sá aos 67 anos. Líderes refletem sobre trajetória profissional e pessoal da repórter.

Reações à Morte de Constança Cunha e Sá As reações vêm de todos os quadrantes. “Foi uma figura singular do jornalismo português, cujo percurso profissional e humano deixa uma memória indelével em todos quantos tiveram o privilégio de trabalhar e de privar com ela”, escreve o Presidente da República na nota de pesar publicada no…



Reações à Morte de Constança Cunha e Sá

As reações vêm de todos os quadrantes. “Foi uma figura singular do jornalismo português, cujo percurso profissional e humano deixa uma memória indelével em todos quantos tiveram o privilégio de trabalhar e de privar com ela”, escreve o Presidente da República na nota de pesar publicada no site da Presidência. Paulo Rangel, Carlos Guimarães Pinto e Rui Tavares também recordam a jornalista que faleceu hoje.

Sobre Constança Cunha e Sá

A jornalista e comentadora política Constança Cunha e Sá faleceu aos 67 anos. Ela, que passou pelo O Independente, pela Sábado e pela TVI, estava doente com câncer.

Nascida a 23 de agosto de 1958, em Lisboa, Constança Cunha e Sá foi professora de Filosofia antes de iniciar sua carreira no jornalismo. Seus primeiros passos na área foram dados em 1988, aos 29 anos, quando integrou a primeira geração da revista Sábado.

Foi diretora do semanário O Independente, editora de política na TVI, redatora-principal no Diário Económico e escreveu para jornais como o Público, Correio da Manhã, Jornal de Negócios e Jornal I.

Recentemente, Constança Cunha e Sá apoiou a candidatura de António Filipe nas eleições presidenciais do próximo ano.

Reações de Personalidades

O Presidente da República, em sua nota de pesar, elogia a memória indelével que Constança deixou entre aqueles que trabalharam com ela. O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, comentou na rede X que ela era uma pessoa “demasiado humana para o nosso tempo” e que “encarnou o escrúpulo jornalístico”.

“Amava a vida com todas as contradições. Humana, demasiado humana para o nosso tempo – o tempo da inteligência artificial. Adeus, Constança”, afirmou o Ministro dos Negócios Estrangeiros.

Carlos Guimarães Pinto, da IL, expressou suas opiniões na rede X, revelando que frequentemente discordava de Constança, mas a considerava uma “pessoa intelectualmente estimulante” com quem teve discussões construtivas. Ele guardava com carinho uma das últimas mensagens que ela lhe enviou sobre a discussão do 25 de Abril/25 de Novembro.

Rui Tavares, líder do Livre, destacou a experiência de Constança como jornalista e sua participação vivaz no debate público, sempre de forma empenhada e estimulante.

José Eduardo Moniz, diretor da TVI, lamentou publicamente a perda de Constança Cunha e Sá: “É com profunda tristeza que recebemos a notícia do falecimento de Constança Cunha e Sá. Foi uma voz firme e respeitada do jornalismo português, sempre clara e corajosa na análise. A sua presença na nossa estação, e no debate público em geral, representou sempre um compromisso com a verdade e com a independência editorial.”


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