Fidelidade lançará Instituto em 2026 para promover a longevidade
Anúncio da Criação da Fundação Fidelidade Jorge Magalhães Correia, Presidente do Conselho de Administração da Fidelidade, anunciou, em “primeira-mão”, durante um evento de quadros da companhia realizado sábado em Lisboa, que será criada a Fundação Fidelidade no próximo ano. O objetivo é transformar o nosso contributo para a sociedade em algo duradouro e permanente, afirmou…
Anúncio da Criação da Fundação Fidelidade
Jorge Magalhães Correia, Presidente do Conselho de Administração da Fidelidade, anunciou, em “primeira-mão”, durante um evento de quadros da companhia realizado sábado em Lisboa, que será criada a Fundação Fidelidade no próximo ano.
O objetivo é transformar o nosso contributo para a sociedade em algo duradouro e permanente, afirmou Magalhães Correia ao se dirigir a uma plateia de 4.000 pessoas.
A Fidelidade está comprometida com o desenvolvimento de uma sociedade sustentável e, por isso, lançou o compromisso We Care, que, com a Fundação, passará a beneficiar não apenas os clientes da Fidelidade, mas toda a sociedade civil.
“A Fundação Fidelidade não terá apenas uma missão cultural, terá essa, mas não será o seu foco principal”, disse o chairman da Fidelidade.
“Não queremos que seja mais uma”, acrescentou, reiterando a necessidade de realizar algo diferente, concreto e que esteja dentro da nossa área de conhecimento. Por isso, acreditamos que o eixo fundamental da Fundação será no campo da Longevidade e no problema das mortes prematuras, lembrando que a taxa de mortalidade antes dos 70 anos é elevada em Portugal. “Segundo alguns estudos, cerca de 65% dessas mortes poderia ter sido evitada ou prevenida”, destacou.
A Fidelidade reuniu os seus colaboradores e outros stakeholders no MEO Arena para discutir a “Distribuição, a Longevidade e o Cliente”. Este encontro teve como propósito compartilhar a visão estratégica do Grupo Fidelidade para os próximos anos.
Entre os presentes, estavam o presidente e fundador da Fosun, Guo Guangchang, e António Farinha de Morais, chairman da CGD.
“As empresas são aquilo que os acionistas permitam que elas sejam”, concluiu Jorge Magalhães Correia.
