A série de análises ao rating português inicia

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Avaliação Financeira de Portugal em 2026 A primeira agência de classificação financeira a avaliar Portugal será a DBRS, no dia 16 de janeiro, a qual possui atualmente uma avaliação de A (elevado) com perspetiva estável. As avaliações da dívida soberana portuguesa para 2026 começam já este mês, com a DBRS a se pronunciar no dia



Avaliação Financeira de Portugal em 2026

A primeira agência de classificação financeira a avaliar Portugal será a DBRS, no dia 16 de janeiro, a qual possui atualmente uma avaliação de A (elevado) com perspetiva estável.

As avaliações da dívida soberana portuguesa para 2026 começam já este mês, com a DBRS a se pronunciar no dia 16 de janeiro. A Moody’s, por sua vez, será a última agência a se manifestar.

A seguir à DBRS, a S&P, que tem uma classificação de A+ com perspectiva estável, fará sua avaliação no dia 27 de fevereiro, e a Fitch, que se encontra em A com outlook estável, contará com a sua revisão no dia 06 de março.

A alemã Scope, que avalia Portugal como A com perspetiva positiva, tem uma decisão agendada para o dia 03 de abril. A DBRS prevê ainda uma segunda revisão no dia 15 de maio.

Por fim, a Moody’s será a última a se manifestar nesta rodada, avaliando pela primeira vez a dívida soberana portuguesa no dia 22 de maio, mantendo atualmente uma classificação de A3 com perspetiva estável.

A S&P programou uma segunda avaliação para o dia 28 de agosto, a Fitch para o dia 04 de setembro, e a Scope para o dia 02 de outubro. A DBRS tem três revisões agendadas para este ano, com a terceira marcada para o dia 13 de novembro.

A última avaliação do ano será realizada pela Moody’s no dia 20 de novembro.

Esses calendários são apenas indicativos, e as agências podem decidir não se pronunciar.

O rating é uma avaliação dada pelas agências de classificação financeira, que tem um grande impacto no financiamento dos países e das empresas, uma vez que avalia o risco de crédito.

O Governo prevê, segundo as projeções do Orçamento do Estado para 2026, um excedente orçamental de 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB) e um rácio da dívida pública de 87,8% do PIB.

Além disso, o executivo projeta um crescimento económico de 2,3% para este ano.


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