Todas as rotas levam à Índia na conferência de IA
A Índia em Ascensão A quarta maior economia global, o país mais populoso do mundo e sem problemas de envelhecimento demográfico. A atração pela Índia está em alta, da Europa aos Estados Unidos. Impacto da Inteligência Artificial É sabido que a Inteligência Artificial está ganhando tração em todos os quadrantes da vida humana e que…
A Índia em Ascensão
A quarta maior economia global, o país mais populoso do mundo e sem problemas de envelhecimento demográfico. A atração pela Índia está em alta, da Europa aos Estados Unidos.
Impacto da Inteligência Artificial
É sabido que a Inteligência Artificial está ganhando tração em todos os quadrantes da vida humana e que acontecimentos como a Web Summit são capazes de atrair a Lisboa quantidades impressionantes de especialistas, semi-especialistas, curiosos e membros do governo local. Contudo, a Índia AI Impact Summit 2026, que acontece desde segunda-feira e se encerra neste sábado, parece ter algo a mais, pelo menos à luz da lista de visitantes ilustres: Emmanuel Macron (presidente da França), Lula da Silva (seu homólogo brasileiro), Pedro Sánchez (chefe do governo espanhol), Dick Schoof (primeiro-ministro dos Países Baixos), Andrej Plenkovic (primeiro-ministro da Croácia), Alar Karis (presidente da Estônia), Petteri Orpo (primeiro-ministro da Finlândia), Kyriakos Mitsotakis (primeiro-ministro da Grécia) e ainda o primeiro-ministro do Butão, o vice-presidente da Bolívia, seu homólogo da Guiana, o primeiro-ministro do Cazaquistão, o príncipe herdeiro do Liechtenstein, a primeira-ministra das Ilhas Maurícias, Aleksandar Vucic (presidente da Sérvia), Peter Pellegrini (presidente da Eslováquia), o vice-presidente das Seychelles, o presidente da Suíça, o Sheikh Khaled bin Mohamed bin Zayed Al Nahyan, príncipe herdeiro de Abu Dhabi e, finalmente, António Guterres (secretário-geral da ONU).
Atração Global pela Índia
A diferença está, salvo melhor opinião, no país que organiza o evento: a Índia, um dos poucos países desenvolvidos ou em vias de desenvolvimento que não enfrenta um problema de envelhecimento demográfico e que é o país mais populoso do mundo, é o mercado onde todos desejam estar ou aspiram estar.
Prova disso é a pompa e circunstância com que a União Europeia celebrou a assinatura recente de um acordo de livre comércio (ou próximo disso) com o governo de Narendra Modi ou a insistência da Casa Branca em anunciar um acordo semelhante – que Nova Deli não se deu ao trabalho de confirmar. Ou a enorme comitiva empresarial que acompanhou o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, à Índia em visita em outubro passado.
Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o conteúdo completo. Edição do Jornal Económico de 20 de fevereiro.
