Sindicatos bancários da UGT solicitam revogação do pacote laboral Os sindicatos bancários da UGT afirmam que o Governo deve abandonar o pacote laboral, após o que consideram ser uma forte adesão à greve geral realizada nesta quinta-feira, com o encerramento de “muitos balcões” bancários. Reação dos sindicatos “Os trabalhadores deram a resposta que a situação
Sindicatos bancários da UGT solicitam revogação do pacote laboral
Os sindicatos bancários da UGT afirmam que o Governo deve abandonar o pacote laboral, após o que consideram ser uma forte adesão à greve geral realizada nesta quinta-feira, com o encerramento de “muitos balcões” bancários.
Reação dos sindicatos
“Os trabalhadores deram a resposta que a situação exige. O executivo não tem alternativa a não ser abandonar o seu anteprojeto de legislação laboral”, afirmam em comunicado Mais Sindicato, SBN e SBC.
Críticas à proposta do Governo
Para os sindicatos bancários, a reforma laboral “significa precariedade mascarada de liberdade” e “enfraquece os trabalhadores e, inversamente, dá todo o poder aos patrões”.
Mais Sindicato, SBN e SBC acusam a proposta do executivo de tornar o custo do trabalho mais acessível, enfraquecer o poder reivindicativo dos trabalhadores e dos sindicatos, desestabilizar a igualdade parental, enfraquecer a contratação coletiva e desequilibrar a legislação laboral em favor do patronato.
Adesão no setor bancário
Sobre a adesão no setor, os sindicatos afirmam que os bancários são “tradicionalmente muito relutantes em fazer greve”, mas que desta vez “responderam positivamente, aderindo a esta paralisação” devido à gravidade das alterações laborais, resultando em “muitos balcões encerrados e outros abertos, mas com supressão de serviços devido aos trabalhadores em greve e, ainda, muitos serviços bastante condicionados”.
Não é indicado o número de balcões encerrados na quinta-feira.
Permanência da luta
Por fim, os sindicatos bancários da UGT afirmam que a greve não é o “fim de linha”, mas uma “força de pressão para a mudança”, considerando que a negociação continua a fazer todo o sentido “na defesa dos direitos dos trabalhadores”.
A greve geral foi convocada pelas centrais sindicais CGTP-IN e UGT, contra as alterações à legislação laboral defendidas pelo Governo.

















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