Indivíduo suspeito de atrair 28 jovens guineenses com bolsas de estudos fraudulentas – PPulse

Indivíduo suspeito de atrair 28 jovens guineenses com bolsas de estudos fraudulentas – PPulse

Acusações contra Indivíduos Envolvidos Os indivíduos envolvidos — um homem e uma associação — estão enfrentando acusações de formar uma associação que auxiliava a imigração ilegal, cometendo 28 contagens de auxílio à imigração ilegal, fraude e falsificação de documentos. Promessas de Estudo em Portugal De acordo com o Ministério Público, os acusados supostamente buscaram enriquecer

Acusações contra Indivíduos Envolvidos

Os indivíduos envolvidos — um homem e uma associação — estão enfrentando acusações de formar uma associação que auxiliava a imigração ilegal, cometendo 28 contagens de auxílio à imigração ilegal, fraude e falsificação de documentos.

Promessas de Estudo em Portugal

De acordo com o Ministério Público, os acusados supostamente buscaram enriquecer à custa de jovens guineenses e suas famílias, atraindo-os para estudarem em Portugal entre 2014 e 2023. Eles prometeram facilitar a concessão excepcional de autorizações de residência e fornecer a documentação necessária, alojamento e alimentação.

Criação da Associação

Em uma tentativa de estabelecer credibilidade e atrair esses jovens, os acusados formaram uma associação em 2015. Esta organização funcionou exclusivamente para ganhar a confiança tanto da juventude quanto do Governo da República da Guiné-Bissau. As atividades foram enquadradas como parte de uma organização não governamental, facilitando acordos de cooperação com cinco escolas em Portugal, segundo relatou o procurador.

Programa de Bolsas de Estudo

Desenvolvimentos adicionais em 2017 viram os acusados estabelecerem uma filial da associação em Bissau, equipada com os recursos logísticos e humanos necessários para iniciar um “Programa de Bolsas de Estudo”. Este programa tinha a intenção de persuadir jovens, com idades entre 15 e 36 anos, a prosseguirem estudos plenamente financiados em Portugal, acrescentou o Ministério Público.

Custos e Documentação Falsa

Os acusados prometeram moradia, alimentação, ajudas de custo e a documentação necessária para a legalização. No entanto, cobraram uma taxa de inscrição de 2.280 euros, conforme declarado pelo Ministério Público.

Produção de Documentos Falsos

O Ministério Público observou: “Ao recrutarem os jovens, os acusados criaram declarações de matrícula falsas para estudantes em escolas profissionais e institutos politécnicos em Portugal. Eles também produziram ou utilizaram vários documentos falsificados, incluindo declarações de responsabilidade, atestados de residência, certificados de registro e equivalência, qualificações e registros de frequência escolar.”

Consequências das Ações dos Acusados

O Ministério Público destacou que essas ações permitiram de forma indevida a emissão de vistos de entrada e residência em Portugal para 28 jovens guineenses, que foram eventualmente abandonados, uma vez que as bolsas prometidas não se concretizaram.

Quantia Ilegalmente Obtida

Como resultado, os acusados obtiveram ilegalmente 100.573 euros a partir dos pagamentos dos alunos recrutados. O Ministério Público solicitou que esses fundos fossem confiscados em favor do Estado.

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