Declarações de Ricardo Horta: Confronto com o Estrela Vermelha, o necessário para o SC Braga e a lição de Mjällby.

Declarações de Ricardo Horta: Confronto com o Estrela Vermelha, o necessário para o SC Braga e a lição de Mjällby.

Ricardo Horta foi o jogador do SC Braga que fez a antevisão ao jogo contra o Estrela Vermelha, a contar para a 3.º jornada da Liga Europa. O capitão dos minhotos reconheceu que a equipa precisa de melhorar e afirmou que, com um novo treinador, não “se ganha nada com 2 ou 3 meses”. O…

Ricardo Horta foi o jogador do SC Braga que fez a antevisão ao jogo contra o Estrela Vermelha, a contar para a 3.º jornada da Liga Europa. O capitão dos minhotos reconheceu que a equipa precisa de melhorar e afirmou que, com um novo treinador, não “se ganha nada com 2 ou 3 meses”.

O jogador admitiu que o duelo europeu será “difícil”, mas garante que tem altas expectativas para que os “três pontos fiquem em casa”. Horta relembrou o jogo do FC Porto frente ao emblema sérvio e como os dragões só conseguiram vencer no último minuto.

É de recordar que o SC Braga conta com duas vitórias nas duas primeiras jornadas da Liga Europa.

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Antevisão: “Expectativas estão muito altas. Sabemos que nesta prova vamos com dois jogos e duas vitórias, com boas exibições, tanto aqui com o Feyenoord como no Celtic. Foram duas exibições de muita personalidade e muita coragem. A expectativa tem de estar muito alta, sabendo que temos um Estrela Vermelha que está habituado a estas provas, uma equipa que colocou o FC Porto em dificuldades, pois o Porto só venceu no último minuto. Esperamos um jogo difícil, mas com muita vontade de fazer um grande jogo e que os três pontos fiquem em casa.”

Paragem antes do calendário cheio: “Temos três semanas muito intensas pela frente, mas o foco está no jogo a jogo. Tivemos o Bragança, que também trazia algumas dificuldades, e foi superado. Agora é uma prova diferente, uma competição em que temos muita ilusão de fazer melhor do que fizemos no ano passado e esta paragem ajudou a trabalhar algumas coisas que temos de melhorar. Sabemos que temos de melhorar, tivemos jogadores nas seleções, o míster ficou contente com a semana de trabalho e amanhã vamos mostrar uma imagem que já mostramos nesta Liga Europa, mas que tem de ser constante em todos os jogos. O grupo está todo com a cabeça neste jogo para vencer e fazer 9 pontos.”

O que é preciso melhorar: “Não quero falar muito em termos táticos, mas acho que devemos ser mais competitivos em certos momentos, algo que podemos melhorar. Já tivemos alternâncias no nosso jogo na competitividade, que não pode acontecer. A palavra que eu diria é que devemos ser mais competitivos. Já mostramos com Feyenoord, em Alvalade, com o Celtic, que o nosso nível de competitividade está alto e quando assim é, os resultados são positivos.”

Falta de tática: “Não há indefinição no sistema tático, é um míster novo, com novas ideias, e isso acaba por ser um processo… Ninguém ganha nada com 2 ou 3 meses de trabalho. Dou o exemplo que até falei com o Lagerbielke, sobre o campeão da Suécia, que foi uma novidade. Perguntei-lhe como foi aquilo, ele disse que mantêm a mesma equipa há 4 anos, mudam 2 ou 3 jogadores, mas mantêm a base há 4 anos. Para ganhar títulos é preciso uma base. Este ano, temos míster novo, ideias novas, não se pode querer ganhar com 2 ou 3 meses de trabalho. Temos de melhorar, claro, mas não há indefinição no sistema tático. Há algo a limar, sim, mas o grupo tem vindo a crescer.”

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