AHRESP Satisfeita com Medidas do Governo para o Setor da Restauração A Associação da Hotelaria Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) expressa sua satisfação com as medidas anunciadas pelo Governo na última quarta-feira para o setor da restauração. Em comunicado, Ana Jacinto, secretária-geral da associação, “aplaunde” as iniciativas do ministro da Economia, Manuel Castro Almeida,
AHRESP Satisfeita com Medidas do Governo para o Setor da Restauração
A Associação da Hotelaria Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) expressa sua satisfação com as medidas anunciadas pelo Governo na última quarta-feira para o setor da restauração.
Em comunicado, Ana Jacinto, secretária-geral da associação, “aplaunde” as iniciativas do ministro da Economia, Manuel Castro Almeida, que revelou que o setor da restauração receberá um novo apoio de 60 mil euros, sendo que “70% são reembolsáveis e 30% podem ser a fundo perdido se as empresas atingirem os resultados.”
Para a AHRESP, estas medidas “vão ao encontro das propostas” da associação e espera que os critérios de elegibilidade sejam adaptados à realidade das empresas que mais precisam.
Além disso, as medidas anunciadas refletem o trabalho que a associação “tem vindo a defender”, visando reforçar a sustentabilidade das empresas, aliviar pressões de tesouraria, criar condições para investimento e proteger os empregos no setor.
Castro Almeida destacou que o Turismo de Portugal vai apoiar as empresas. “Vamos prolongar os prazos de pagamento, tornar as prestações mais fáceis. Aquelas que devem à banca, o Turismo de Portugal vai substituir-se e vai antecipar o dinheiro e pagar à banca, e as empresas ficam a pagar ao Turismo de Portugal num tempo mais dilatado”, afirmou em entrevista ao programa da “Antena1” e “Jornal de Negócios”, inserida na conferência ’10 Anos Conversa Capital’.
Questionado sobre uma potencial crise no setor, Castro Almeida ressaltou que a restauração é “muito importante” e “emprega muita gente”. “É um elemento integrador da promoção turística e essencial”, afirmou, acrescentando que muitas empresas de restauração ainda estão a pagar os custos da pandemia.
Castro Almeida antecipou que estes apoios devem estar disponíveis “muito rapidamente” e estimou que em fevereiro a legislação possa já estar aprovada.
O ministro enfatizou que o que se tem observado é “um abrandamento” e não necessariamente uma quebra. “Eu preferia crescer mais, porque acho que há espaço para crescer mais – não sou dos que pensam que o turismo atingiu o limite”, disse.
Nesse sentido, apontou que existem muitas zonas do país e diversas épocas do ano em que Portugal poderia acolher mais turistas, mas isso requer muitas “ações”.
O ministro também destacou as limitações do aeroporto de Lisboa, considerando que “a situação desgraçada” na entrada de visitantes de fora do espaço Schengen já está resolvida, comentando que o processo de construção do novo aeroporto “está a seguir os seus passos normais”.

















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