Uma jornada extensa e um assunto premente

Uma jornada extensa e um assunto premente

Comemorações da Independência de Angola No passado dia 11 de novembro, durante as comemorações da independência de Angola, em Luanda, o presidente João Lourenço fez apenas uma referência a Portugal no seu discurso e foi para mencionar o colonialismo e a escravatura. A crueldade inerente ao tratamento atroz dado a outros seres humanos tendo em…

Comemorações da Independência de Angola

No passado dia 11 de novembro, durante as comemorações da independência de Angola, em Luanda, o presidente João Lourenço fez apenas uma referência a Portugal no seu discurso e foi para mencionar o colonialismo e a escravatura.

A crueldade inerente ao tratamento atroz dado a outros seres humanos tendo em vista a sua exploração é um dos mais pesados legados da presença portuguesa no mundo e será sempre algo que não devemos esquecer. Não só para não repetir, mas, também, para compreender a forma como esses povos se relacionam connosco.
Este lado funesto da nossa História era pouco ou nada ensinado na escola. Em África, a conquista e o trabalho forçado foram camuflados de ‘missão civilizadora’; o exercício brutal do poder e a exploração de outros seres humanos eram cobertos pelo manto da religião e da conversão ao cristianismo.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui a versão completa. Edição do Jornal Económico de 21 de novembro.

Posts Similares

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *