Stress Hídrico no Distrito de Setúbal Na conferência “Stress Hídrico no Distrito de Setúbal – Visão e estratégia de futuro”, a vice-presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria do Carmo Tiago, garantiu que a autarquia vai “continuar a trabalhar na articulação entre todos os parceiros para assegurar uma gestão da água eficiente, sustentável e justa”.
Stress Hídrico no Distrito de Setúbal
Na conferência “Stress Hídrico no Distrito de Setúbal – Visão e estratégia de futuro”, a vice-presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria do Carmo Tiago, garantiu que a autarquia vai “continuar a trabalhar na articulação entre todos os parceiros para assegurar uma gestão da água eficiente, sustentável e justa”.
Compromisso com a Gestão da Água
A autarca afirmou o compromisso do município em “ampliar o investimento na modernização das redes, na redução das perdas, na eficiência energética dos sistemas e na sensibilização dos cidadãos para o uso responsável da água”.
Reutilização de Águas Residuais
A vice-presidente assegurou que a Câmara Municipal está, igualmente, “atenta às oportunidades de reutilização de águas residuais tratadas, nomeadamente para fins industriais, agrícolas ou de rega de espaços verdes, reduzindo a pressão sobre as origens da água potável”.
Objetivo de Desenvolvimento Sustentável
Esta visão estratégica tem como objetivo promover uma boa gestão da água no concelho de forma a “garantir qualidade de vida, desenvolvimento económico e coesão territorial”.
Desafios que Exigem Colaboração
Maria do Carmo Tiago referiu que os desafios atuais “ultrapassam largamente a escala municipal” e que o stress hídrico “não se resolve de forma isolada, exigindo colaboração regional, planeamento supramunicipal e uma visão estratégica de longo prazo”, bem como “um diálogo permanente entre o setor público e privado, a academia e as ordens profissionais”.
Encontro Colaborativo
Para a autarca, o encontro promovido pela Delegação Distrital de Setúbal da Ordem dos Engenheiros “é um excelente exemplo dessa abordagem colaborativa” ao juntar decisores, engenheiros, técnicos, empresas e entidades públicas na “identificação de problemas e na partilha de experiências com vista à criação de soluções sustentáveis”.
Análise de Especialistas
Ao longo da tarde, um conjunto de especialistas em representação de entidades públicas e privadas analisou as abordagens que os diferentes envolvidos na problemática estão a adotar para minimizar os impactos do stress hídrico, bem como as estratégias e planos de ação concretos que visam assegurar uma gestão eficiente da água.
Apresentação de Estratégias
Após a sessão de abertura a cargo do delegado distrital de Setúbal da Ordem dos Engenheiros, André Vilelas, o presidente do conselho de administração do Grupo Águas de Portugal apresentou a estratégia nacional “Água que une”, que visa a gestão integrada e eficiente da água, modernização, digitalização e armazenamento.
Gestão Sustentável na Região do Sado
Já o diretor da Administração da Região Hidrográfica do Alentejo, Rui Sequeira, abordou a “Gestão Sustentável da Água na Região Hidrográfica do Sado: Impacto na Economia/Desenvolvimento” e Sofia Martins, da Associação de Municípios da Região de Setúbal, apresentou o Plano Estratégico do Distrito Setúbal.
Mesa-Redonda sobre a Água
Seguiu-se uma mesa-redonda moderada por Pedro Sirgado, da Ordem dos Engenheiros, que analisou questões relacionadas os polos industriais de Sines e Setúbal, dessalinização, abastecimento humano, gestão sustentável e reaproveitamento de águas residuais industriais, com intervenções de Simone Pio, da Águas de Santo André, Nuno Vitorino, da Associação Intermunicipal de Água da Região de Setúbal, Inês Diogo, da MadoquaPower2X, e Jorge Fernandes, da Repsol Polímeros.
Encerramento da Sessão
A sessão de encerramento contou com a intervenção da vice-presidente da Ordem dos Engenheiros Região Sul, Elisa Silva.

















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