Operação "Corte de Cabelo": KPMG afirma que investigações ocorreram, mas destaca que não é alvo.

Operação “Corte de Cabelo”: KPMG afirma que investigações ocorreram, mas destaca que não é alvo.

Confirmação de Diligências Judiciais A consultora confirma que foi alvo de diligências judiciais no âmbito da operação que investiga suspeitas de crimes relacionados com a venda de ativos do extinto BES. Contudo, ressalta que não é visada nesta operação. Posicionamento da KPMG Portugal A consultora KPMG Portugal confirmou esta quarta-feira as diligências por parte das…

Confirmação de Diligências Judiciais

A consultora confirma que foi alvo de diligências judiciais no âmbito da operação que investiga suspeitas de crimes relacionados com a venda de ativos do extinto BES. Contudo, ressalta que não é visada nesta operação.

Posicionamento da KPMG Portugal

A consultora KPMG Portugal confirmou esta quarta-feira as diligências por parte das autoridades judiciais relacionadas com a operação “Haircut”, mas assegura que não é visada nesta investigação que apura suspeitas de crimes ligados à venda de ativos do extinto BES.

“A KPMG Portugal confirma que decorrem, nos seus escritórios em Lisboa, diligências por parte das autoridades judiciais para recolha de informação sobre um dos seus clientes”, informou a consultora em comunicado.

No entanto, a consultora deixa claro que não é alvo nesta operação: “A KPMG não é visada na operação e continua, como sempre, disponível para colaborar com as autoridades judiciais em tudo o que estiver ao seu alcance.”

Operação da Polícia Judiciária

A Polícia Judiciária informa que, através da Unidade Nacional de Combate à Corrupção (UNCC), está a realizar, nesta quarta-feira, 29 de outubro, uma operação policial na área da Grande Lisboa, no contexto de um inquérito dirigido pelo DCIAP. Esta operação visa a execução de dezenas de mandados de busca e apreensão e de pesquisa informática.

Em comunicado, a Justiça destaca que “estão em causa factos suscetíveis de consubstanciar a prática dos crimes de corrupção passiva e ativa no setor privado, burla qualificada e branqueamento de capitais.” A investigação centra-se na venda de ativos imobiliários realizada pelos gestores da Lone Star, que administraram o Novobanco, e que pode não ter respeitado as normas de mercado, com suspeitas de vendas a preços abaixo do mercado e alegados favorecimentos nas diversas operações de venda de ativos ocorridas pelo Novobanco desde 2018.

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