Condições de contribuições superam os 10 milhões

Condições de contribuições superam os 10 milhões

Doações superam os dez milhões de euros “[Há] duas categorias de doadores: existem grandes doadores que já se manifestaram publicamente com valores significativos que, até hoje [terça-feira], ultrapassam os 10 milhões de euros” e o cidadão comum, que “também pode apoiar os projetos que achar interessantes”, afirmou o coordenador da Estrutura de Missão, Paulo Fernandes….



Doações superam os dez milhões de euros

“[Há] duas categorias de doadores: existem grandes doadores que já se manifestaram publicamente com valores significativos que, até hoje [terça-feira], ultrapassam os 10 milhões de euros” e o cidadão comum, que “também pode apoiar os projetos que achar interessantes”, afirmou o coordenador da Estrutura de Missão, Paulo Fernandes.

Importância do financiamento colaborativo

A Estrutura de Missão Recuperação Região Centro do País revelou que as intenções de doação superam os dez milhões de euros e destacou a importância do financiamento colaborativo para fortalecer a resposta às áreas afetadas pelo mau tempo.

“[Há] duas tipologias de doadores: temos grandes doadores que já manifestaram publicamente valores significativos que, até hoje [terça-feira], ultrapassam os 10 milhões de euros” e o cidadão em geral, que “também pode apoiar os projetos que considerar interessantes”, reiterou Paulo Fernandes.

Na primeira conferência de imprensa da Estrutura de Missão, em 18 de fevereiro, Paulo Fernandes destacou que a entidade “recebeu dezenas de doadores e centenas de pequenos doadores, tanto em materiais, equipamentos e víveres, quanto financeiramente”, optando por promover uma iniciativa de financiamento colaborativo em vez de criar uma conta solidária.

Desde domingo, está disponível a plataforma digital de financiamento colaborativo https://ppl.pt/reconstruir, chamada “Reconstruir a Região Centro Juntos!”, destinada “exclusivamente ao financiamento de projetos de utilização coletiva”, conforme informou o Governo.

“Essa plataforma representa um mecanismo complementar aos apoios públicos já mobilizados, não sendo admissível a duplicação de financiamento para as mesmas despesas”.

Paulo Fernandes explicou que na plataforma os promotores (entidades públicas, privadas, individuais ou coletivas) podem preencher um formulário com ideias e projetos, que precisam ser validados pela Estrutura de Missão para começarem a receber apoio.

“É uma plataforma transparente, ou seja, todos poderão entender quais projetos o território está a candidatar e que foram validados”, esclareceu o coordenador, admitting que possam existir projetos mais complexos, como a recuperação de um edifício, um campo de jogos ou a valência de uma instituição particular de solidariedade social, mas todos devem sempre ter “um propósito comunitário”.

Dentro desse âmbito, existe um acordo entre o promotor do projeto e o doador, especialmente para os grandes doadores.

Ele citou como exemplo um investimento de 500 mil euros para a recuperação de um espaço cultural, com um doador disposto a financiar 100% da iniciativa, garantindo que isso é viável.

“Esse protocolo é estabelecido para que o doador libere as verbas conforme a natureza e execução do projeto”, observou.

A primeira rodada de submissão de projetos está em andamento por duas semanas, seguida de outra para novos projetos, com cada rodada geralmente durando três meses na plataforma, conforme detalhou.

“Apenas os projetos que conseguem atingir o valor necessário para serem realizados (…) têm seu valor consignado”, observou, especificando que, nos casos que não alcançarem o valor, o montante será devolvido aos doadores.

Adicionalmente, podem surgir projetos continuados, inclusive aqueles sugeridos pela Estrutura de Missão, como a recuperação de habitações de pessoas desalojadas ou da Mata Nacional de Leiria, que não desaparecem da plataforma.

As campanhas vinculadas a esta iniciativa estão isentas de comissões, com o apoio da Caixa Geral de Depósitos.

Para Paulo Fernandes, esta iniciativa, em parceria com a plataforma PPL, “ajuda as entidades mais organizadas a mobilizarem mais recursos, pois têm maior certeza sobre como esses recursos chegarão aos destinatários finais”.

“Isso também certamente mobilizará mais a cidadania, permitindo que as pessoas apoiem de forma justa e transparente os projetos que considerarem relevantes, não apenas apoiá-los, mas também promovê-los”, acrescentou o coordenador, incentivando os cidadãos a inscreverem ideias e projetos para receber apoio.


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