Cerca de cem manifestantes exigem justiça social no Rossio.

Cerca de cem manifestantes exigem justiça social no Rossio.

Protesto contra a proibição de burcas Uma demonstração sob o lema “Não Joguem Burkas Sobre Nossos Olhos” foi organizada pela historiadora Raquel Varela nas redes sociais após a aprovação do projeto de lei do partido Chega, que propõe banir o uso de burkas em espaços públicos. Mensagens de protesto Em meio a um clima típico…

Protesto contra a proibição de burcas

Uma demonstração sob o lema “Não Joguem Burkas Sobre Nossos Olhos” foi organizada pela historiadora Raquel Varela nas redes sociais após a aprovação do projeto de lei do partido Chega, que propõe banir o uso de burkas em espaços públicos.

Mensagens de protesto

Em meio a um clima típico de outono, os manifestantes exibiram silenciosamente cartazes com mensagens como “Burka não é crime, nós não somos criminosos” e “As casas pertencem ao povo, o povo ocupa as casas.”

Locais de mobilização

Além de Lisboa, estão previstas concentrações em Porto (Avenida dos Aliados) e Braga (Avenida Central).

Chamado à ação

O chamado à ação encoraja a mobilização coletiva por uma sociedade livre, igualitária e inclusiva.

“Queremos moradia, emprego seguro, tempo para viver e amar, comida de qualidade. A violência é dar à luz à beira da estrada e ouvir ameaças da extrema direita. Não temos medo,” diz a mensagem.

Demandas dos manifestantes

Entre as reivindicações estão o direito a uma moradia digna, redução de impostos sobre a renda para trabalhadores, fim do trabalho noturno não essencial, fortalecimento dos serviços públicos e defesa do direito à greve.

Denúncia de violência

O protesto também denuncia a violência sexual e política, especialmente aquelas promovidas por ‘bots’ associados ao Chega, e critica a mídia que reproduz a agenda da extrema direita.

Críticas à medida

O lema do protesto, “Não Joguem Burkas Sobre Nossos Olhos,” surgiu dias após o parlamento aprovar, em termos gerais, a lei do Chega que proíbe roupas que cubram o rosto em espaços públicos, apoiada pelo PSD, IL e CDS-PP. A esquerda critica a medida por estigmatizar a comunidade muçulmana.

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