Administração aguarda sugestões não obrigatórias até 2 de abril

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Privatização da TAP Operações de handling e de catering ficarão de fora da privatização e serão vendidas à parte. Já a presença da TAP no aeroporto de Lisboa e o imóvel estão em fase de análise pelo executivo quanto ao seu futuro. O Governo informou hoje que espera receber as propostas não vinculativas para a…



Privatização da TAP

Operações de handling e de catering ficarão de fora da privatização e serão vendidas à parte. Já a presença da TAP no aeroporto de Lisboa e o imóvel estão em fase de análise pelo executivo quanto ao seu futuro.

O Governo informou hoje que espera receber as propostas não vinculativas para a TAP ainda no primeiro trimestre de 2026.

“No primeiro trimestre de 2026, teremos as propostas não vinculativas”, afirmou hoje o ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, durante uma conferência de imprensa no Entroncamento.

O ministro explicou que a segunda etapa iniciará em 2 de janeiro com o envio de convites aos três candidatos na corrida: Air France-KLM, Lufthansa e IAG. Nesta fase, “será disponibilizada informação sobre a TAP, para preparação das propostas não vinculativas”.

Em seguida, serão “celebrados acordos de confidencialidade com os proponentes”, com as propostas não vinculativas devendo ser entregues até o dia 2 de abril, encerrando assim os 90 dias após o início desta etapa.

Na fase seguinte, exigências adicionais serão solicitadas dos candidatos: plano industrial, visão estratégica, plano para as rotas, “salvaguarda de ligações, riscos regulatórios, direitos e valorização dos trabalhadores, manutenção da marca e sede em Portugal, sinergias, “respeito pela legislação” em matéria de concorrência, condicionantes da operação, governo societário ou acordo parasocial”, explicou o ministro.

Miguel Pinto Luz ressaltou que, apesar de o Governo ter decidido alienar uma participação minoritária (49,9%), ”os três maiores grupos europeus participaram do processo”, o que evidencia a “saúde econômico-financeira da companhia”.

O ministro detalhou que as operações de handling e catering saem da privatização e serão vendidas à parte, com as receitas revertendo para os cofres públicos. Além disso, a presença da TAP no Humberto Delgado também não será incluída no processo de privatização, estando a administração em “fase final” de análise desse dossiê.


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