Declarações à Imprensa Em declarações à imprensa durante uma visita ao evento “Óbidos Vila Natal”, o candidato apoiado pelo PSD e CDS-PP expressou que “Portugal ser considerado este ano, entre 36 dos países mais desenvolvidos do mundo, como o primeiro lugar, é uma excelente notícia.” <p“Para os portugueses, que são constantemente bombardeados com notícias negativas,
Declarações à Imprensa
Em declarações à imprensa durante uma visita ao evento “Óbidos Vila Natal”, o candidato apoiado pelo PSD e CDS-PP expressou que “Portugal ser considerado este ano, entre 36 dos países mais desenvolvidos do mundo, como o primeiro lugar, é uma excelente notícia.”
<p“Para os portugueses, que são constantemente bombardeados com notícias negativas, esta é uma notícia positiva,” acrescentou. “Acho que esta notícia é uma das coisas mais extraordinárias que o país pode ter,” enfatizou ele, afirmando que “aumenta a autoestima e a ambição.”
Luís Marques Mendes destacou que “também é uma boa notícia para o governo, pois reconhece a correção de várias decisões governamentais.” “Acredito que é difícil para Portugal ter uma notícia tão boa, positiva e ambiciosa como esta, e penso que só temos uma coisa a fazer: continuar a pedalar mais, nunca parar, intensificar e reforçar para ter um maior espírito de ambição, ambição, ambição, ambição, acho que essa é a palavra certa neste momento,” argumentou.
O candidato à Presidência da República também mencionou que este reconhecimento pela revista britânica The Economist deve impressionar positivamente “todos, sejam apoiadores do governo ou da oposição.” “Por uma razão muito simples: todos são portugueses, todos amam Portugal, e este tipo de notícia de uma entidade independente que não é do governo nem da oposição gera autoestima, maior confiança no país e mais esperança para o futuro.”
Marques Mendes afirmou que o país precisa de “um espírito transformador, um espírito reformista, com equilíbrio, sempre pensando em todos.” “Este é o caso da legislação laboral,” exemplificou, dizendo que “é necessário que todos façam concessões em nome do equilíbrio – o governo, os empregadores e os sindicatos” e defendendo que “em todas as reformas, devem sempre estar presentes estas duas palavras, equilíbrio de um lado e ambição do outro.”
“Precisamos ter ambição, e este resultado hoje revelado pela The Economist nos dá ambição, mas ao mesmo tempo precisamos ter equilíbrio, porque ninguém pode ficar para trás,” disse ele.
Ele exemplificou que os setores mais dinâmicos da sociedade, como os jovens, precisam de ambição, mas os setores mais vulneráveis, como os idosos, pensionistas e aposentados, precisam de atenção.
<p“É por isso que digo, ambição de um lado, equilíbrio do outro, este é o caminho a seguir,” justificou.
Comentários sobre Metas Salariais
O candidato a Belém nas eleições presidenciais de 18 de janeiro também foi questionado sobre as declarações do Primeiro-Ministro e líder do PSD, que no sábado elevou as metas salariais para o país, falando agora de um salário mínimo de 1.600 euros e um salário médio de 3.000 euros.
<p“Eu achei ambicioso. Mas qual é o problema? Poderia até ter sido no dia da greve, ou mesmo um dia antes. A parte importante do que o Primeiro-Ministro disse foi a ambição de crescer 3 ou 4% por ano. Este é um discurso ambicioso; eu gosto de um Primeiro-Ministro com ambição,” destacou ele.
O ex-líder do PSD considerou essas metas realistas se o país “pedalar.” “Há alguém contra? Acredito que, a partir de agora, temos que fazer um esforço exigente para que esses objetivos sejam alcançados, mas devemos estar felizes com esses objetivos, que são metas ambiciosas,” defendeu.
Luís Marques Mendes esteve em Óbidos (distrito de Leiria) hoje, interagindo e tirando fotos com várias pessoas e recebendo desejos de boa sorte para as eleições de janeiro.
O candidato aproveitou para beber “meia ginjinha” em um local onde esta bebida é tradicional e brindou a Óbidos, “uma terra linda.”

















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