Principal sindicato da PSP encerra diálogos com o Executivo e aceita manifestações

Principal sindicato da PSP encerra diálogos com o Executivo e aceita manifestações

A Abandono das Negociações pela ASPP/PSP A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) decidiu hoje abandonar as negociações com o Governo, considerando a proposta apresentada como insuficiente, e admitiu a possibilidade de avançar com protestos. Declaração do Presidente da ASPP “A ASPP abandona as negociações porque a proposta apresentada não vai ao encontro daquilo…

A Abandono das Negociações pela ASPP/PSP

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) decidiu hoje abandonar as negociações com o Governo, considerando a proposta apresentada como insuficiente, e admitiu a possibilidade de avançar com protestos.

Declaração do Presidente da ASPP

“A ASPP abandona as negociações porque a proposta apresentada não vai ao encontro daquilo que esperaríamos em relação às tabelas remuneratórias, suplementos e portaria de avaliação”, afirmou à Lusa o presidente da ASPP, Paulo Santos, ao final de uma reunião com a ministra da Administração Interna.

Cumprimento do Acordo

O presidente do maior sindicato da PSP, que acusou o Governo de não estar “a cumprir integralmente o acordo assinado” em julho de 2024, revelou que na próxima semana a ASPP irá reunir a direção do sindicato para decidir ações de protesto.

Proposta do Governo

A ministra da Administração Interna apresentou hoje aos sindicatos da PSP a proposta inicial de negociação, que contempla a discussão imediata de alterações aos serviços remunerados. Além disso, foi informado que o suplemento especial de serviço, destinado aos polícias que atuam na investigação criminal e na Unidade Especial de Polícia, será aumentado em 2,15% em janeiro de 2026.

Impacto do Aumento

Segundo os sindicatos, este aumento se traduz em valores que variam entre três e sete euros mensais, dependendo das funções.

Pedido de Cumprimento do Acordo

Paulo Santos declarou que solicitou à ministra Maria Lúcia Amaral que cumprisse “integralmente o acordo de julho de 2024” e que aplicasse as medidas previstas nesse documento com efeitos retroativos a janeiro de 2026.

Decisão de Encerrar o Processo Negocial

“Considerando que a ministra não apresentou isso, a ASPP não tinha condições de continuar a negociação e consideramos encerrada a nossa presença neste processo. Já não iremos a mais nenhuma reunião”, ressaltou.

Próxima Reunião com a Ministra

O presidente da ASPP acrescentou que a ministra marcou uma reunião para 12 de dezembro para receber as contrapostas dos sindicatos sobre os serviços remunerados, mas que a ASPP não estará presente.

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